Novembro 13th, 2010
alessandromartins
Aristóteles (384-322 A.C.) (…) afirmava que o coração, e não o cérebro, era o órgão do pensamento, das percepções e das emoções. O cérebro seria importante apenas para a manutenção da temperatura corporal, agindo como um refrigerador. Até hoje somos influenciados por este equívoco quando desenhamos um coração para simbolizar o amor, quando dizemos que estamos de “coração partido”, que gostamos de algo (ou alguém) “de coração”, ou até que sabemos alguma coisa “de cor” (em inglês, “by heart”) O erro de Atistóteles se deu, provavelmente, porque algumas emoções ativam o sistema nervoso autônomo simpático, alterando sensívelmente a freqüencia cardíaca e a atividade muscular.
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